Acho que quebrei o braço

No meio da madrugada, toca a campainha do apartamento do médico.

Ele se levanta e vê pelo olho mágico a cara de dor do seu vizinho, um rapaz recém-casado.


— Meu Deus, o que foi que aconteceu? — pergunta espantado o magarefe ao abrir a porta.


— Ah, doutor, eu ia com o maior cuidado e, tentando evitar uma criança, saltei fora e…

cataprum… acho que quebrei o braço!


— Nossa, contra o que você bateu o carro?


— Não, doutor! Eu caí da cama!